sexta-feira, 31 de maio de 2013

Homens e artes manuais

Adorei a história recebida hoje pela Círculo, a história do Seu José, que em um momento de dificuldade optou pelo artesanato para conseguir uma renda pra sobreviver...

Conheçam a história dele...


“Sou José Augusto Costa, pedagogo e professor instrutor de meio ambiente. Casado, pai da Rebeca de 13 anos e do João Arthur de 11 anos.
Sou apaixonado por artesanato, mas principalmente por crochê e tricô, que foram as técnicas que aprendi num momento de dificuldade que enfrentei em minha vida.
Quando fiquei sem emprego, meus dois filhos eram muito pequenos e a única solução que vi naquele momento, foi  aprender a fazer algo para vender, e assim ajudar no orçamento de casa. Foi aí que decidimos vender roupas.
Naquela época minha esposa trabalhava numa casa de família e me ajudava nas vendas. Pouco tempo depois de iniciarmos as atividades, eu enxerguei uma possibilidade… Como as roupas de crochê estavam cada vez mais em alta, resolvi aprender a crochetar e tricotar roupas para vendermos. Com essa minha ideia, acabei aprendendo, com o tempo, a fazer crochê, tricô, renda turca, frivolité, tear, crochê de grampo, bordados (pintávamos e bordávamos camisetas), e outras técnicas de artes manuais.
A aceitação foi ótima e com o dinheiro que ganhamos, nós dois conseguimos fazer faculdade, e hojesomos Pedagogos. Minha esposa já é pós-graduada em deficiência intelectual, e eu, mesmo depois de formado além de exercer minha profissão de pedagogo, continuo fazendo meus trabalhos de crochê e tricô, pois pra mim é uma terapia, é algo muito prazeroso!”
Esposa do José usando um bolero feito por ele com a linha ANNE.
 
José e o mosaico de reciclagem de pisos que está fazendo.
Está aí, mais uma linda história de superação envolvendo as artes manuais. O crochê, tricô, bordado, patchwork e toda forma de arte manual abre um leque de possibilidades e oportunidades! Basta você saber aproveitar… Com força de vontade e determinação o José enfrentou uma crise e conseguiu dar a volta por cima, fazendo um belo trabalho, que hoje é para ele uma terapia. Um exemplo de ser humano e um incentivo pra você começar hoje mesmo a fazer tricô, crochê ou qualquer técnica que lhe agradar. Estas, que eram consideradas passatempos de nossas avós, hoje estão nos principais desfiles de moda, nos maiores salões de design e nas melhores galerias de arte. É cada vez maior a chance de produzir um trabalho lindo e ser (bem) reconhecido e valorizado por isso!
O tricô e o crochê impulsionam o movimento de revalorização do feito à mão.
Por:
Equipe Círculo
Imagens: foram cedidas pelo José.


Lendo essa história ,lembrei que quem me ensinou os primeiros pontos do bordado em ponto cruz, foi o meu irmão...hoje em dia ,ele mesmo não borda mais,diz que nem lembra...mas foi através dele que comecei a me encantar por essa arte...

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